Your Name in Landsat cria seu nome com paisagens da Terra
Neste artigo
- Your Name in Landsat transforma paisagens em letras
- Onde acessar e como preparar o nome
- Gere a composição e salve a imagem
- Como consultar a origem e escolher outras imagens
- Baixe letras individuais em alta resolução
- Imagens reais também podem ter falsas cores
- O Brasil faz parte do acervo de paisagens
- O projeto usa o acervo de várias missões Landsat
- De atividade educativa a ferramenta compartilhada nas redes
- Privacidade ao usar o site da NASA
- Outras coleções para explorar a Terra por imagens
- Perguntas frequentes
Seu nome pode virar uma sequência de rios, montanhas e outras formas da superfície terrestre com o Your Name in Landsat. A ferramenta da NASA organiza imagens reais de satélite em letras, mostra de onde vieram os recortes e deixa baixar a composição para compartilhar.
Your Name in Landsat transforma paisagens em letras
O recurso funciona como um alfabeto visual: cada imagem selecionada contém uma forma que lembra uma letra. Ao receber um nome, o sistema reúne os recortes na ordem correspondente e entrega uma composição feita com diferentes regiões do planeta.
Isso explica o sentido de “escrever o nome na Terra”. O resultado junta paisagens que, vistas do espaço, lembram os caracteres digitados; não corresponde a uma fotografia de um lugar onde o nome inteiro aparece desenhado. A apresentação oficial da NASA descreve a experiência e confirma que a composição pode ser visualizada e exportada.
A seleção das formas foi feita por pessoas, sem inteligência artificial. O código também procura usar imagens diferentes quando uma letra se repete, segundo a reportagem da NASA sobre o projeto. Assim, duas ocorrências de uma mesma letra podem aparecer representadas por paisagens distintas.
O interesse vai além do efeito visual. Cada recorte tem uma origem geográfica, o que transforma a montagem em um ponto de partida para conhecer rios, desertos e outras características da superfície terrestre.
Onde acessar e como preparar o nome
O endereço oficial é science.nasa.gov/specials/your-name-in-landsat/. A página tem o título Your Name In Landsat, um campo identificado como Enter a name e o botão Enter, usado para gerar a sequência de imagens.
Até a publicação desta matéria, em novembro de 2026, o acesso era gratuito pelo navegador em computadores e celulares, conforme a apuração da CNN Brasil. Na consulta à aplicação oficial, a interface estava em inglês.
Antes de preencher o campo, adapte a grafia aos caracteres aceitos. A restrição registrada pela CNN Brasil em maio de 2026 era de letras de A a Z, sem acentos, números ou espaços. Por essa regra, “João” vira “Joao”, e “Ana Clara” deve ser escrito como “AnaClara”.
Essa adaptação muda somente a entrada usada para montar a imagem. O critério útil é manter a sequência das letras do nome e retirar os sinais que a ferramenta não aceita, sem tentar substituir um acento por outro símbolo.
Também há filtragem de palavrões, informada pela NASA. Portanto, o campo não deve ser entendido como uma área que aceita qualquer sequência de texto.

Gere a composição e salve a imagem
O caminho para criar o nome é curto. No computador, o ponteiro também ajuda a explorar a origem de cada letra depois que a composição aparece.
- Abra a aplicação oficial da NASA no navegador. O título Your Name In Landsat identifica a ferramenta.
- Digite o nome no campo Enter a name. Use letras de A a Z e adapte acentos e espaços conforme as restrições de entrada.
- Acione Enter. A página organiza as imagens em sequência para representar as letras digitadas.
- Passe o ponteiro sobre uma letra para consultar o lugar associado a ela. A área de informações apresenta o nome da região e suas coordenadas.
- Clique no nome do lugar para abrir informações sobre a imagem. Esse caminho ajuda a entender a paisagem usada naquele recorte.
- Clique nas coordenadas para visualizar a localização no Google Maps. A consulta relaciona a forma vista do espaço à sua posição geográfica.
- Acione o ícone de download ao lado de Enter para baixar a composição. A NASA informa que o arquivo pode ser salvo em PNG.
O download da composição é o caminho para guardar o nome inteiro em uma imagem. Já os links associados a cada letra servem para investigar os lugares que entraram na montagem, com informações que vão além da semelhança com um caractere.
Como consultar a origem e escolher outras imagens
Uma das partes mais úteis da experiência aparece depois de gerar o nome: descobrir o que cada letra representa. A consulta combina o nome do lugar com coordenadas, e os dois elementos abrem caminhos diferentes de exploração.
O nome leva às informações da imagem, enquanto as coordenadas abrem a localização no Google Maps. Essa distinção, explicada pela NASA, ajuda quem quer conhecer tanto o contexto do registro quanto a posição daquele lugar no mapa.
Também dá para atualizar a composição e obter outras combinações de imagens para as letras, conforme o funcionamento descrito pela CNN Brasil. O nome continua sendo o ponto de partida, mas os recortes usados para representá-lo podem mudar.
Esse recurso serve para comparar alternativas visuais. Uma letra pode ficar mais reconhecível em determinada paisagem, enquanto outra combinação pode chamar a atenção pela variedade de cores e formas. A escolha vem da leitura das imagens disponíveis no acervo.
Baixe letras individuais em alta resolução
A NASA também mantém uma galeria alfabética para quem quer trabalhar com os recortes separadamente. Ela atende a uma necessidade diferente da exportação do nome: obter a imagem de uma letra específica em alta resolução.
Os arquivos ficam na página educativa do Your Name in Landsat, na seção Alphabet Image Gallery. A navegação parte da letra desejada e leva às imagens disponíveis para aquele caractere.
- Abra a página educativa da ferramenta.
- Localize a seção Alphabet Image Gallery.
- Escolha a letra que deseja consultar.
- Selecione a imagem desejada entre as opções disponíveis.
- Acione Download para obter o arquivo correspondente.
Para quem precisa de letras com maior resolução, esse é o caminho indicado pelo material oficial. A composição em PNG e os arquivos individuais cumprem funções distintas: um reúne o nome; os outros deixam examinar e usar cada recorte separadamente.
Imagens reais também podem ter falsas cores
A galeria oficial reúne imagens em cores naturais e em falsas cores. Por isso, o fato de um recorte vir de um satélite não significa que sua aparência corresponda exatamente àquilo que uma pessoa enxergaria olhando a paisagem.
As composições de cores podem combinar informações de diferentes faixas de luz. A coleção Earth As Art 5, do USGS, contextualiza o uso de luz visível e infravermelho nesse tipo de imagem.
Essa distinção ajuda a interpretar letras com vegetação vermelha, água de tonalidade incomum ou contrastes intensos. A imagem continua sendo um registro de observação da Terra, com uma apresentação de cores que pode destacar características da superfície.
As formas também incluem intervenções humanas. Um exemplo do acervo é uma estrutura segmentada no deserto de Black Rock, registrada pelo Landsat 9 em 4 de setembro de 2023. O alfabeto visual, portanto, reúne tanto feições naturais quanto marcas produzidas pela atividade humana.
O Brasil faz parte do acervo de paisagens
Há paisagens brasileiras entre as imagens usadas pelo projeto. A NASA identifica, por exemplo, um rio próximo a Humaitá, em um registro adquirido em 6 de julho de 2023 e classificado na página como Landsat 8/9.
O Olhar Digital também identificou exemplos em Mato Grosso, Fonte Boa, São Miguel do Araguaia e Primavera do Leste. São referências concretas da presença do país na coleção, que reúne lugares de várias partes do mundo.
O uso da ferramenta por público brasileiro foi documentado pelo 33Giga em maio de 2026. Na composição com o nome “Bianca”, apareceram letras associadas a regiões dos Estados Unidos, do Brasil e da Antártida.
Essa variedade ajuda a entender por que o resultado pode reunir paisagens muito diferentes entre si. A sequência segue as letras digitadas, e cada recorte mantém sua própria localização e seu contexto geográfico.
O projeto usa o acervo de várias missões Landsat
Landsat é o nome de um programa de observação da Terra administrado conjuntamente pela NASA e pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos, o USGS. Seu acervo permite acompanhar mudanças na superfície terrestre ao longo de décadas, segundo a página oficial do programa.
A história começou em 23 de julho de 1972, com o lançamento do Landsat 1, originalmente chamado ERTS-1. Esse primeiro satélite foi desativado em 6 de janeiro de 1978, conforme o histórico da missão.
O alfabeto visual utiliza imagens de diferentes satélites da série, incluindo Landsat 8 e Landsat 9. Já a missão científica do Landsat 7 terminou em 2024, e sua desativação ocorreu em 4 de junho de 2025, de acordo com o USGS. Os registros históricos permanecem disponíveis no acervo.
Para reunir as formas que lembram letras, a equipe recorreu a repositórios como NASA Earth Observatory, NASA Worldview, USGS EarthExplorer e ESA Sentinel Hub. A página educativa do projeto credita o desenvolvimento a Ross Walter, Allison Nussbaum e Ginger Butcher, da equipe Landsat Project Science Support.
De atividade educativa a ferramenta compartilhada nas redes
A ideia vinha sendo discutida desde 2021, e a apresentação aconteceu em agosto de 2024, durante o Camp Landsat virtual. Em novembro daquele ano, a NASA informou que mais de 715 mil visitantes já haviam usado o recurso, um número histórico registrado na reportagem sobre seu lançamento.
A iniciativa também entrou no pôster oficial do Dia da Terra de 2025, que convidava o público a gerar e exportar nomes. Em maio de 2026, a CNN Brasil registrou uma nova circulação da ferramenta após a divulgação relacionada ao Dia da Terra, celebrado em 22 de abril.
Na classificação educativa da NASA, a atividade é indicada para pessoas a partir de 10 anos, com duração estimada inferior a cinco minutos e participação individual ou em pequenos grupos. A idade é uma orientação pedagógica para a atividade.
Em uma proposta de estudo, a montagem pode ser o início da exploração: cada participante escolhe uma letra, consulta a localização e lê sobre a imagem. O nome organiza a atividade, enquanto os registros abrem espaço para observar características de diferentes regiões.
Privacidade ao usar o site da NASA
O domínio indicado pela própria agência para a experiência é `science.nasa.gov`. A divulgação oficial do projeto aponta para esse endereço, uma referência útil para reconhecer a página correta.
A política geral de privacidade da NASA informa coleta temporária de dados técnicos para administração e segurança dos sites, incluindo endereço IP, navegador e sistema operacional. O documento também informa o uso de Google Analytics.
Essas informações descrevem a navegação nos sites da agência. Para uma atividade visual desse tipo, usar apenas o primeiro nome ou um apelido é uma escolha suficiente para explorar as letras sem acrescentar sobrenomes e outros dados pessoais à entrada.
Outras coleções para explorar a Terra por imagens
Depois de montar o nome, duas ferramentas ajudam a continuar a exploração com objetivos diferentes. A primeira é a Earth As Art, do USGS, uma coleção organizada pelo valor visual das imagens de satélite, com arquivos para consultar e baixar.
Ela serve a quem se interessou pelas texturas, cores e formas das paisagens e quer conhecer outros registros. A proposta é explorar a coleção, sem a montagem automática de nomes oferecida pelo Your Name in Landsat.
Já o NASA Worldview atende a uma busca por região, data e camadas de informação. O guia oficial do Worldview apresenta recursos para comparar períodos e exportar imagens ou animações.
A escolha acompanha o interesse que surgiu ao olhar as letras: Earth As Art para encontrar outras composições visuais; Worldview para investigar uma região e observar mudanças ao longo do tempo.
Perguntas frequentes
Preciso instalar um aplicativo para montar meu nome?
O acesso acontece pelo navegador, tanto no computador quanto no celular. Até a publicação desta matéria, a ferramenta era gratuita.
As letras são criadas por inteligência artificial?
Não. Pessoas selecionaram as imagens cujas formas lembram letras, e o sistema organiza esses recortes conforme o texto digitado.
Posso usar um nome com acento?
A restrição documentada em maio de 2026 aceitava apenas letras de A a Z. Para essa entrada, adapte “João” para “Joao” e retire espaços de nomes compostos.
O nome inteiro existe em algum lugar do planeta?
A composição reúne recortes de lugares diferentes. Cada imagem representa uma letra, formando o nome quando colocadas em sequência.
Posso salvar o resultado?
Sim. A composição pode ser exportada em PNG, e a NASA também oferece arquivos individuais das letras em alta resolução.
Todas as paisagens usadas são brasileiras?
Não. O acervo reúne imagens de vários países, incluindo o Brasil, e cada letra traz informações sobre sua localização.


